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Brincando nas Férias 2019

Neste ano o ‘Brincando’ acontece de 15 A 26 de julho na unidade Sesc Campestre em Porto Velho e a coordenação de lazer do Sesc elaborou uma programação com atividades recreativas, esportivas, educativas e culturais. O objetivo do projeto é ir além do passeio em si mas também oportunizar aos jovens atividades que contribuam para um crescimento saudável. Dessa forma foram programadas as seguintes atividades:

• EXPLORANDO O MEIO AMBIENTE | passeios pela trilha da unidade Sesc Campestre abordando temas como: queimadas, cuidados com o lixo e
coleta de materiais da própria natureza;
• CIRANDA DE JOGOS E BRINCADEIRAS | produção de brinquedos utilizando materiais recicláveis;
• BRINCANDO COM O TEATRO | confecção de bonecos e contextualização de história;
• BRINCANDO NA ÁGUA | jogos e brincadeiras;
• COZINHA DIVERTIDA | manipular e experimentação de diversos tipos de alimentos com produção de lanche e aprendizado de informações nutricionais;
• CORPO EM MOVIMENTO | Vivência e experimentação de diversas formas de movimento, ampliação da percepção e domínio corporal.

INSCRIÇÕES

– Local: Central de Relacionamento Sesc Esplanada
– Faixa etária: 06 A 12 anos de idade;
– 240 vagas (168 p/ dependente de trabalhador do comérci / 72 vagas para público em geral);
– Inscrições: 20/06 a 15/07 de 2019;
– Investimento: Dependente de trabalhador do comércio: R$ 70,00 / Público em geral: R$ 140,00;
– Incluso: camiseta, ônibus, lanches e recreadores;
– Saída: Sesc Esplanada – Av. Pres. Dutra 4175 – Olaria – Porto Velho/RO
– Horário de saída: 13h / Retorno: 17h30

Mais informações podem ser obtidas pelos fones (69)3229-6006 ramal 224 ou WhatsApp 99237-7834

Arte da Palavra / Produção de roteiro para HQ e técnicas de desenho

Oficina de Criação Literária: Processo de produção de roteiro para HQ e introdução a técnicas básicas de desenho.
Objetivo: Oferecer ações que atuem em toda cadeia brasileira, incluindo a formação e a divulgação de novos autores;
– Valorizar novas formas de produção e fruição literária;
– Difundir a produção literária;
– Estimular o intercâmbio entre escritores/oficineiros, multiplicando as metodologias e olhares sobre a escrita literária;
– Despertar e desenvolver o prazer pela estética da palavra

INSCRIÇÕES PELO LINK: https://t2m.io/h5sZ95r6

Local: Sesc Esplanada – Sala de Treinamento
Data: 27 a 31 de maio 2019
Faixa Etária: A partir de 16 anos
Ingresso: Gratuito

ACOMPANHE AQUI! Mostra Sesc Amazônia das Artes 2019

Galeria de fotos

Considerando o aspecto geopolítico, a semelhança sócio econômica dos estados da Amazônia legal e a dificuldade que os artistas dessa região têm em circular sua produção, o Projeto Sesc Amazônia das Artes desde sua primeira edição, se preocupou em fomentar o fazer cultural, por meio da circulação regional das linguagens artísticas. Em 2008, O Teatro, a Dança, a Música, a Arte plástica e Circo tiveram representantes de todos os estados no projeto. Atualmente todas as linguagens das artes estão inseridas no circuito, o qual classifica o SESC Amazônia das artes como um dos mais importantes e potentes projetos de difusão das artes da Amazônia.
A linguagem circense por sua vez, foi representada desde o início do projeto pelo espetáculo A MENINA E O PALHAÇO dos artistas acreanos Dinho Gonçalves e Marilia Bomfim. Onze anos depois, é a vez do espetáculo BOXE COM PALHAÇADA do grupo Compalhaçada do Amazonas que tem no elenco Ariane Feitoza (Cafuxa), Jean Linhares (Meio Fino) e Idelson Mouta (Debiloide) que tem em comum em suas carreiras a participação no projeto Trupe da Alegria que realizavam Contações de estórias em espaços públicos da cidade de Manaus.
Após o convite para participar de um festival de cenas curtas que aconteceria no teatro amazonas, a trupe decidiu montar o espetáculo circense, BOXE COM PALHAÇADA que lhes rendeu o primeiro lugar no evento e logo em seguida o reconhecimento por meio de prêmios diversos. 
Como explicito no título, BOXE COM PALHAÇADA é um espetáculo cujo enredo se constitui no conjunto encadeado de números cômicos circenses, em um pano de fundo que desenha uma disputa entre os dois palhaços, Meio Fino e Debiloide, pelo amor da palhaça Cafuxa. 
O que presenciamos são movimentos, peripécias e traquinagens que levam o público ao riso certo. Tudo é iniciado com a apresentação dos palhaços ao público, como é de praxe na arte da palhaçaria. Logo depois é estabelecido o “problema” e, fundamentalmente, a cumplicidade com o espectador que se torna parte do espetáculo, uma hora sendo galanteado pelos palhaços, hora servindo de torcida organizada durante a luta de boxe e principalmente como composição real de um ringue, pois, sempre são escolhidos quatro homens que seguram as cordas no picadeiro servindo também de gongo, para quando a luta ficar “intensa”. 
O espetáculo tem uma esfera tradicional, os personagens de tão genuínos, precisam apenas entrar em cena, para despertar o riso da plateia. 
O enredo não é novo nem complexo, as gags (piadas clássicas de palhaço) são simples e funcionais. A ideia de se montar um ringue para o desdobramento da estória vem da inspiração do grupo em outros espetáculos de palhaços. Essa mesma ideia que foi apresentada no espetáculo Boxe Entrée (1961) do palhaço Rudi Llata que até hoje vem sendo refeita de diversas formas.
Por fim, após o espetáculo tivemos a oportunidade de bater um papo com o grupo, expondo todo o processo de montagem, suas experiências como artista de circo enfatizando que mesmo com um espetáculo que agrada a todos, infelizmente encontram dificuldades em se manter exclusivamente da arte do circo tendo que recorrer a outras profissões que lhe garantam a sobrevivência. 
Com isso, é despertado na plateia uma outra visão sob tudo que foi apresentado. Após alguns minutos de conversa com o elenco é entendido que a luta que esses palhaços enfrentam não é apenas pelo amor da palhaça Cafuxa e sim, pela resistência de continuar viva a arte do circo tradicional.

Texto: Fabiano Barros (Dramaturgo)
Fotos: Raissa Dourado

Abertura do Sesc Amazônia das Artes 2019

No último sábado dia 04 de maio, o Sesc Rondônia iniciou na cidade de Ji-Paraná, um dos maiores e mais potentes projetos de fomento direcionado à cultura da região amazônica, o “Sesc Amazônia das Artes” que consiste na circulação de espetáculos de dança, música, teatro, circo, exposições de artes plásticas, mostras de cinema, ações de literatura e atividades formativas. Em seus doze anos de existência, o projeto possibilitou que centenas de artistas amazônicos, escoassem suas obras nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, que compõem a Amazônia legal. E o Piauí, estado convidado por se aproximar da realidade dos outros nove.

Na noite do lançamento, na unidade do Sesc Clementina, o projeto apresentou o espetáculo musical “Minha Ancestralidade” com a cantora Nega Lu e a banda constituída por Wilson Barbosa de Oliveira, Lucas Mello de Oliveira, Weslley Henrique Ribeiro Dourado, Leandro Rodrigues Ladeia, Lênin Pillar Corrêa e José Carlos Lagos da Silva.

Nascida em Rondonópolis no Mato Grosso, Nega Lu iniciou sua carreira musical na igreja. Após ter uma longa experiência como contrabaixista nas noites de sua cidade, a cantora participou de diversos programas e concursos locais e nacionais, sendo a primeira colocada no quadro NOVOS TALENTOS e BEM MATOGROSSO. Desde então, Nega Lu faz apresentações com o grupo intitulado “Banda da Nega” levando um repertório eclético por todo Estado mato-grossense.

Poucas vezes os ouvidos do Brasil deram a devida atenção às vozes negras de suas mulheres, que há décadas, vem soando tão majestosamente negra, na representação de grandes cantoras como, Joaquina Lapinha, Jovelina Pérola Negra, Clementina de Jesus, Elza Soares, Dona Ivone Lara, Zezé Motta, Alcione, Lia de Itamaracá, Sandra de Sá e tantas outras que são referências e motivação para outras vozes negras da contemporaneidade.

Minha ancestralidade, espetáculo apresentado pela mato-grossense Nega Lu, traz em seu primeiro momento uma representação de sua memória, que de forma poética e branda desperta a atenção do público para assuntos históricos relacionados a realidade do negro no Brasil. Entrelaçadas a uma partitura afro, as letras de sua autoria prende a atenção de todos numa narrativa que expõe e nos convida a refletir assuntos muitas vezes deixado pra depois. “O que fazer se existe alguém do lado precisando de você?” e “Eu tenho orgulho da minha raça e da minha cultura”, são duas das muitas frases do espetáculo que igual ao som de um eco longo, fica ecoando em nossas mentes. Afinal essa é a proposta da artista que ao criar, Minha Ancestralidade, buscou “revisar, interrogar e reexaminar os eventos históricos” dessa ancestralidade que não é algo particular de Nega Lu e sim de todos que se fizeram presentes, independentemente da cor da sua pele. Na segunda parte, fomos presenteados por músicas que falavam de amor, assim nos possibilitando vislumbrar da extensão e multifaces do trabalho de Nega Lu, que encantou o público de Ji-Paraná que a anos adotou o projeto Sesc Amazônia das artes, permitindo assim, contemplar espetáculos tão significativos, que despertam o senso crítico, para uma reflexão do si e da realidade que os permeiam.

Texto: Fabiano Barros – Dramaturgo

Fotos: Raissa Dourado

Mostra Sesc Amazônia das Artes 2019

Em 2019 o Projeto Sesc Amazônia das Artes realizará sua 12º edição, contribuindo na circulação e intercâmbio da produção cultural da região Amazônica. Participam do projeto os Departamentos Regionais dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins – Estados que compõe a área que corresponde a Amazônia Legal – tendo ainda o Departamento Regional do Piauí como convidado, em virtude da identificação com o cenário social e cultural da região, e também sua proximidade geográfica.

O Sesc Amazônia das Artes é uma importante rede de intercâmbio das artes e da cultura, que pretende ultrapassar a indispensável ação de divulgar os trabalhos, mas se desafia também a criar laços, fortalecer a criação artística, dar visibilidade para as potencialidades estéticas que aparecem “do lado de cá” do país, encontrar respostas criativas e alternativas para as dificuldades encontradas, como a do custo amazônico e a escassez de políticas públicas.

Nos últimos onze anos, o projeto obteve resultados importantes adquirindo ampliações, observando fatores externos e adequações necessárias ao seu melhor desenvolvimento. A cada ano vem agregando novos valores e, para sua 12ª edição, com as contratações locais que farão parte da programação da Mostra, as alterações propostas fortalecerão a mediação, o intercâmbio e a conexão entre os artistas e dos artistas com o público, visto que esse projeto é uma referência para os artistas dos regionais que o compõem.

Segue abaixo a programação

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